Teologia Brasileira 28 – 2014

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Oferecemos nesta edição da revista Teologia Brasileira quatro novos artigos que, esperamos, sirvam para a edificação e desafio ao povo de Deus de fala portuguesa.

O primeiro ensaio que oferecemos é do pastor Hermisten Maia, que continua seu artigo “Introdução à Cosmovisão Reformada: Anotações quase aleatórias (9)”.

No segundo artigo, Pedro Dulci retorna a esta revista, tratando do tema “Vivendo na plenitude dos tempos: Agamben e leitores de Paulo”. Em seu ensaio, Pedro estabelece um diálogo com dois filósofos contemporâneos, o esloveno Slavoj e o italiano Giorgio Agamben, sobre a “recuperação secularizada do pensamento do apóstolo Paulo”, especialmente entre “vários filósofos, juristas e pensadores não cristãos”. O que o autor a intenta demonstrar é que, a partir do diálogo com estes filósofos, “as Escrituras são uma fonte privilegiada na história dos sistemas de pensamento, bem como o pensamento de Paulo de importância fundamental”.

O terceiro texto é uma tradução de um instigante estudo, publicado originalmente na revista virtual Firt Things. Os autores, Andreas Köstenberger e Justin Taylor, entendem ser possível a datação da crucificação de Jesus Cristo, daí o título do ensaio: “A razão por que acreditamos ser possível saber a data exata da morte de Cristo”.

O quarto artigo desta edição é de um autor que estreia nesta revista, Tiago Abdalla Neto. Ele oferece uma resenha crítica da obra “Jesus Cristo e mitologia”, em que Rudolf Bultmann trata de escatologia, mito e história, filosofia existencial e revelação. Ainda que esta seja uma obra escrita originalmente em meados da década de 1950, o pensamento do teólogo alemão continua suscitando debates na academia brasileira, especialmente em seminários e faculdades teológicas influenciadas pela teologia liberal europeia. Então, um exame do princípio hermenêutico de demitologização é mais do que bem vindo.

Oferecemos nesta edição a palestra “Como devemos entender a Bíblia?”, ministrada em maio de 2013 na Semana Teológica em Niterói pelo Pr. Luiz Sayão.

Boa leitura!

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