Paixão pela glória de Deus

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O Catecismo de Genebra afirma que “Deus nos criou e nos colocou na terra para ser glorificado em nós. E, certamente, é correto que dediquemos nossa vida à sua glória, já que Ele é o princípio dela”. O Breve Catecismo de Westminster ensina que “o fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. O anseio pela glória de Deus é um dos temas centrais da tradição reformada e um importante motivador da piedade cristã.

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória. Quem é o Rei da Glória? O SENHOR, forte e poderoso, o SENHOR, poderoso nas batalhas. Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória. Quem é esse Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória. (Sl 24.7-10)

Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade. Por que diriam as nações: Onde está o Deus deles? No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada. (Sl 115.1-3)

Correndo o risco de repetir um lugar-comum, a igreja está em crise. Não apenas no que diz respeito à sua forma externa. Esta crise é evidente também na vida interna da igreja. Muito se debate hoje sobre o culto, mas, tomando bastante cuidado, não parece que nossos cultos perderam muito de seu significado? Não só os cultos, aparentemente, se esvaíram de significado. Nossas vidas também estão vazias de significado; vidas medíocres, vidas pobres, simplesmente levadas pelas circunstâncias. Mas, por que isto está acontecendo? Provavelmente porque o vocábulo “Deus” se tornou uma palavra sem conteúdo para nossa geração. E, por conseguinte, buscamos o culto somente como o lugar onde nossas “energias” serão reabastecidas. Mas o culto é para a glória de Deus, que deve ser a paixão maior do cristão.

Em primeiro lugar, precisamos pensar sobre o Deus que se revela nas Escrituras. Por meio da Bíblia aprendemos que Ele é o Deus trino, que se revela como Pai, Filho e Espírito Santo. Ele é cheio de graça, majestade, santidade e soberania. Ele é o Senhor criador de todas as coisas, o todo-poderoso, que sustenta e governa toda a criação. O Pai perdoa pecadores por meio do sacrifício de seu único Filho na cruz para ajuntar a igreja dos quatro cantos da terra. E Ele envia seu Espírito para confortar e santificar a igreja.

E o Deus que se revela nas Escrituras faz com que toda a criação o glorifique. O que significa a glória de Deus? John Piper define a glória assim: “Na Bíblia, o termo ‘glória de Deus’ geralmente se refere ao esplendor visível ou à beleza moral da perfeição multiforme de Deus. É uma tentativa de expressar com palavras o que não pode ser contido por palavras – como Deus é em sua magnificência e excelência revelada”.2  De forma bem simples, a glória de Deus refere-se à majestade e brilho que acompanham a revelação da palavra e do poder de Deus. Em outras palavras, a glória de Deus refere-se à suprema beleza do Deus trino.

Mas – por que Deus busca glória? Porque somente Ele é Deus. Se Ele buscasse a glória fora de si mesmo, então existiria outra divindade no universo, digno de louvor. Só existe um único Deus, o Senhor, o “Eu Sou” (Êx 3.14), que se revela nas Escrituras. E, porque somente o Senhor é Deus, Ele é digno de toda a glória. Por outro lado, quando a igreja glorifica a Deus, a igreja imita a Trindade. Pois as santas pessoas da Trindade vivem para a glória da unidade divina.

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer; e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo. (…) Ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. (…) Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. Pai, a minha vontade é que, onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. (Jo 17.1-5, 10, 22-24)

O Espírito Santo busca a glória do Filho, o Filho busca a glória do Pai, e o Pai tem prazer em glorificar o Filho e o Espírito na igreja e no mundo. Então, porque Deus é Deus, Ele é o único digno de toda a glória.

E Deus, de fato, faz com que todas as coisas redundem em glória para ele. A criação é obra para sua glória. A Escritura diz que Deus viu que tudo era muito bom. Ou, numa outra tradução, que tudo era muito belo. Bondade e beleza, presentes na criação sem pecado, refletiam e demonstravam a glória de Deus na criação. E, para nosso escândalo, a queda ocorre para a glória de Deus – a queda é a ocasião em que a vinda do Filho é prometida, quando Deus mesmo diz: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gn 3.15). A humanidade que se espalhou pela terra e o dilúvio ocorreram para glória de Deus. E o Senhor Deus bagunça as pretensões idolátricas e religiosas na Torre de Babel para Sua glória. E Deus entra em aliança com Abraão, Isaque e Jacó para Sua glória. E ele se mantém fiel à aliança – mesmo em meio ao pecado e miséria – para Sua glória. O povo da aliança é sustentado durante a escravidão no Egito durante 400 anos – para Sua glória. Com braço forte, com sinais e prodígios, o povo é retirado do Egito – para Sua glória. O povo chega à terra da promessa, depois de 40 anos de peregrinação, onde a paciência de Deus é revelada – para Sua glória. O povo padece debaixo do pecado e em meio às invasões de outras nações durante quase 400 anos – para Sua glória. Reis são levantados – para Sua glória. Reis caem – para Sua glória. O reino é dividido – para Sua glória. A nação de Israel é levada cativa – para Sua glória. Judá é conquistada – para Sua glória. Jerusalém é destruída – para Sua glória. O povo é levado para o cativeiro – para Sua glória. Para que se saiba que:

Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus. (…) Eu sou o SENHOR, e não há outro. Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas. (…) Eu fiz a terra e criei nela o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as minhas ordens. (…) Verdadeiramente, tu és Deus misterioso, ó Deus de Israel, ó Salvador.  Envergonhar-se-ão e serão confundidos todos eles; cairão, à uma, em ignomínia os que fabricam ídolos. Israel, porém, será salvo pelo SENHOR com salvação eterna; não sereis envergonhados, nem confundidos em toda a eternidade. Porque assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro. (…) Por mim mesmo tenho jurado; da minha boca saiu o que é justo, e a minha palavra não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua. De mim se dirá: Tão-somente no SENHOR há justiça e força; até ele virão e serão envergonhados todos os que se irritarem contra ele.  Mas no SENHOR será justificada toda a descendência de Israel e nele se gloriará. (Is 45.5-7, 12, 15-18; 23-25)

O povo passou 70 anos no exílio – para Sua glória. E o povo retornou para a terra – para Sua glória. Durante 400 anos Deus esteve em silêncio – para Sua glória. E o Filho assumiu a forma humana – para Sua glória. Este Filho foi tentado, mas em tudo permaneceu sem pecado – para Sua glória. O Filho, sem pecado, caminhou para a cruz – para Sua glória. O Filho foi morto e padeceu a morte de cruz, morte de um criminoso – para Sua glória. O Filho morreu por nossos pecados – para Sua glória. O Filho matou a morte em sua ressurreição – para Sua glória. O Filho ascendeu aos céus – para Sua glória. O Espírito foi derramado sobre a igreja – para Sua glória. Nós somos salvos – para a Sua glória e por causa da Sua glória. O Filho voltará dos céus como o rei dos reis, senhor dos senhores – para Sua glória.3

Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos (…). Segunda vez disseram: Aleluia! (…) Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!  Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes. Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos. Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou:

São estas as verdadeiras palavras de Deus. (…) Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.  Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.  Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus;  e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro. Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso. Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES. (Ap 19.1-9, 11-16)

Por que Deus existe? Para Sua própria glória! E esta é a paixão última de Deus! Todo o propósito da história – e, mesmo, todo o propósito de nossa existência – é a glória de Deus. Deus não criou o universo para obter amor e adoração. Sendo um Deus trino, Ele já tem essas coisas em si mesmo. Mas, como escreveu Tim Keller, “Ele criou um universo para espalhar a glória e a alegria que Ele já tinha [em si mesmo. Ele] criou outros seres, para transmitir o seu amor e a sua glória para eles, e para que estes o transmitissem de volta para Ele, de modo que eles (e nós!) pudessem entrar nesse grande processo, no círculo de amor e de glória e de alegria que Ele já possuía”.4  Então, em resposta à palavra evangélica, precisamos nos unir ao Deus todo-poderoso, oferecendo glória somente a Ele!

Em segundo lugar, nossa paixão deve ser glorificar a Deus, viver para Sua glória, em tudo o que fazemos. Somos chamados e convertidos, somente por Sua graça livre, soberana e irresistível, para Sua glória. Somos alimentados pela Sagrada Escritura para Sua glória. Assim como somos chamados à oração e devoção para Sua glória.

E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. (2Co 3.18)

No fim, todas as graças que fluem da cruz – regeneração, justificação, união com Cristo, adoção, santificação, perseverança – são aplicadas em nós pelo Santo Espírito, para a glória do Deus trino. Devemos imitar nosso pai Abraão que:

Não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus (Rm 4.20).

Nossas amizades, estudos, descanso, casamento, família, tudo deve ser buscado e feito para a glória de Deus. Toda a vida deve ser o teatro da glória de Deus.

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. (1Co 10.31)

Especialmente nosso ministério na igreja deve ser para a glória de Deus:

Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! (1Pe 4.11)

Assim como a glória de Deus é a paixão última de Deus, assim também, a glória de Deus deve ser a paixão maior em tudo o que fazemos ou pensamos.

Em terceiro lugar, precisamos lembrar que fomos criados para experimentar alegria, contentamento e prazer. Quando glorificamos a Deus, aprendemos o que é a verdadeira alegria e prazer. Já que nossos afetos e desejos serão dirigidos para a glória de Deus, provaremos alegria e contentamento que não podem ser descritos, em Deus. E nada poderá roubar esta alegria e contentamento que teremos em Deus.

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (…) Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rm 8.28, 37-39)

Quando descobrirmos em Deus nossa verdadeira alegria, nossa única fonte de contentamento, aprenderemos a nos alegrar com os pequenos detalhes da vida. Os amigos, família, boa música, um filme tocante, o som do vento, o nascer do sol e mesmo o sofrimento se torna lugar para a revelação da glória de Deus.

Todavia, estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita. (…) Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre. Os que se afastam de ti, eis que perecem. (…) Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no SENHOR Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos. (Sl 73.23-28)

Se Deus nos ama, o que ele deve nos dar? O melhor que há nele, aquilo de mais belo e precioso. E o que Ele tem de melhor para nos dar senão a Ele mesmo, na pessoa de seu amado Filho? Deus nos ama, para Sua glória, e nos dá a si mesmo. Um Deus que me ama e se deu a si mesmo por mim, me leva a louvá-lo. E esta é a forma que Deus consegue minha alegria mais completa: Deus é por nós, mas, para que isto aconteça, Ele precisa se exaltar, buscando nosso louvor, para que a alegria de Jesus “esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (Jo 15.11, NVI).

Como conclusão: quando vivermos para a glória de Deus, o louvor não será algo acrescentado à alegria, mas será a própria alegria completa. Então, quanto mais glorificarmos a Deus, mais teremos alegria e prazer – não nas criaturas, o que seria idolatria, mas no Deus totalmente suficiente, amoroso, bondoso, poderoso, glorioso, santo e digno de todo o nosso louvor.

Bendito és tu, SENHOR, Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade. Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso nome. Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos. (1Cr 29.10-14)

Tributai ao SENHOR, filhos de Deus, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome, adorai o SENHOR na beleza da santidade. (Sl 29.1-2)

Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!  Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído?  Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém! (Rm 11.33-36)

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1Publicado originalmente em Franklin Ferreira (org.), A glória da Graça de Deus: ensaios em honra a J. Richard Denham Jr. (São José dos Campos: Fiel, 2010), p. 693-699.
2John Piper, Em busca de Deus: a plenitude da alegria cristã (São Paulo: Shedd, 2008), p. 260.
3Para um desenvolvimento desta seção, cf. o apêndice “O propósito de Deus na história da redenção”, em John Piper, Em busca de Deus: a plenitude da alegria cristã, p. 261-271.
4Tim Keller, “O evangelho e a supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno”, em John Piper & Justin Taylor (ed.), A supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno (Rio de Janeiro: CPAD, 2007), p. 117-118. Cf. especialmente “Dissertation Concerning the End for Which God Created the World” em The Works of Jonathan Edwards. vol. 1 (Edinburgh: Banner of Truth, 1998), p. 94-121.

1 COMENTÁRIO

  1. Pr. esse artigo (mensagem), foi pra mim uma das maiores mensagens j  lidas nesses últimos dias, concordo com esse estudo, pois isso mesmo ‚ que temos visto da Igreja de hoje e dos seus congregados, que Deus continue abençoando essa vida, cheia do poder de Deus e da sabedoria de Deus, am‚m, Abraços.

  2. Que o Senhor nosso Deus, continue te usando para abençoar nossas vidas. Bendirei o Senhor, que me aconselha na escura noite o meu coração me ensina! Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele … minha direita, não serei abalado. Por isso o meu coração se alegra e no íntimo exulto mesmo o meu corpo repousar  tranquilo, porque tu não me abandonar s no sepulcro, nem permitir s que o teu santo sofra decomposição. Tu me far s conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer … tua direita. Salmos 16:7-11. Para sua Glória.

  3. Deus ‚ glorificado através de artigos desse nível. Quanto conforto e segurança adquirimos pelo meditar nessas palavras, pela certeza que o nosso Deus nos criou para a sua Glória e que tudo faz de acordo com o conselho da sua vontade.

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