Número 77, Ano 2019, ISSN 2238-0388

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Já está disponível mais uma edição da revista Teologia Brasileira! Nesta edição, publicamos um texto inédito do Procurador da República, Deltan Dallagnol, comentando sobre o papel dos líderes da sociedade na luta contra a corrupção e como o exercício da cidadania é de fundamental importância nesse processo.

Franklin Ferreira, por sua vez, nos apresenta uma resposta a Colin Chapman a propósito de sua réplica à resenha do livro “De Quem é a Terra Santa?” escrita por Franklin e publicada nesta revista em maio de 2017.

Lidando com a problemática envolvendo o tema da depressão, Wilson Porte Jr. escreve um artigo bastante elucidativo questionando posições anticientíficas presentes no evangelicalismo e nos alertando acerca dos perigos dessa doença que tem afetado inúmeras pessoas.

Sendo outubro o mês da Reforma Protestante, publicamos também um texto de Kevin DeYoung salientando a importância de que protestantes e católicos mantenham um espírito irênico e conciliador, mas que também nos lembremos de que existem diferenças teológicas substanciais entre ambas as tradições cristãs.

Por fim, disponibilizamos uma palestra de Gilson Santos apresentada durante a 3ª Conferência Martin Bucer. Gilson apresenta questões relevantes que muitas vezes são desconsideradas no cuidado pastoral. Trabalhando à luz da poimênica de Jonathan Edwards, Gilson argumenta que:

1. O conceito bíblico de mente é muito diferente do conceito platônico/cartesiano de mente. Podemos conceituar a mente e o corpo, mas não podemos necessariamente dividi-los.

2. Sola Scriptura não implica um descarte da ciência e dos demais conhecimentos humanos, a não ser que estejam em conflito com a própria Escritura. Precisamos tomar o cuidado de não adotarmos uma abordagem anticientífica da pessoa humana. Se fizermos isso, iremos nos opor ao mandato cultural de Deus e contribuiremos para não aliviar o sofrimento e a dor da pessoa humana.

3. Sem a graça de Deus, o ser humano se degrada. Afirmar que um cristão não pode experimentar depressão é uma abordagem inadequada. Nas Escrituras, o cristão depende da graça de Deus. Tendo em vista que vivemos em um mundo caído, o que permite que um incrédulo permaneça com sua sanidade mental é a graça de Deus.

Boa leitura!

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