Vocação divina para o ministério pastoral

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Introdução

Considera-se fundamental proporcionar momentos de reflexão sobre a sagrada vocação. E é necessário enfatizar que chamar homens e mulheres para o ministério é uma prerrogativa e iniciativa exclusivamente divina. Pois ninguém jamais tem a permissão de escolher os obreiros do Reino. Hagin (p. 8-9)[1] aconselha “Não vá só porque alguém chamou você. Há um chamado divino para o ministério. Você deve determinar se ele está ou não em sua vida. Não tente ingressar no ministério sem o chamamento de Deus para assim o fazer”.

Um sábio conselho: nunca assuma o ministério sem vocação, não se precipite para a obra visto que viria a ser reprovado, quando o Senhor diz “Eu, porém, não os enviei…” (Jr 23.32). O ministério da Palavra pode ser comparado com as duas partes de uma mesma moeda, é um privilégio servir ao Senhor da seara, como também é uma responsabilidade. Todos os ministros cristãos prestarão contas de tudo que Deus os confiou como mordomos fiéis (1Co 4.1,2).

O ministério tornou-se um prestígio e status entre alguns “movimentos evangélicos”, sendo assim, percebe-se que muitas igrejas e mega-igrejas estão sendo abertas a um número cada vez maior de pessoas que se autoproclamaram pastores, missionários, etc. Porém, reafirmamos que é indispensável ter chamamento de Deus para o ministério, ainda cremos que Deus continua vocacionando homens e mulheres para sua seara (Mt 9.38). Algumas questões serão refletidas ao longo deste trabalho, a saber: Por que ainda é necessária a vocação ministerial? Como saber quem é vocacionado? Qual o papel da igreja e do seminário no reconhecimento do vocacionado? Servir a Deus é ou não é uma profissão?

Vale ressaltar que a natureza do presente trabalho não dispõe sobre o chamado universal de todos os santos; como o “sacerdócio universal dos crentes” (cf. 1Co 12.8-10,28-30; Rm 12.6-8; 1Pd 2), ou outro tipo do chamado.

  1. O ministério pastoral: profissão ou vocação?

O santo ministério pastoral tornou-se um tema de debate na atualidade. Percebe-se que para alguns é uma profissão, enquanto que outros acreditam que é uma vocação de Deus aos Seus filhos.

Em seu livro “Ética ministerial: Um guia para a formação moral de líderes cristãos”, James E. Carter fez a seguinte pergunta: “A vocação ministerial: carreira ou profissão?”. Os principais defensores da função pastoral como sendo uma profissão, foram James Glasse e Glaylod Noyce, eles defendem que o “pastor pertence à classe profissional” delineando as características pelas quais classificam pastor como tal. Ainda admitem que a “maioria das igrejas protestantes consideram seus pastores como profissionais” (CARTER, 2010. p. 44-48).

Por outro lado, Peter Jarvis, Sᴓren Kierkegaard, Jacques Ellul, Stanley Hauerwas e William Willimon defendem que ser pastor não é uma profissão. Kierkegaard (apud CARTER, 2010, p. 43) afirma que: “a vocação religiosa tem um ingrediente ‘não profissional’. A vocatio (vocação) do pastor não é deste mundo”. Também Ellul fez contraste entre a vocação e a profissão, quando considera haver “uma separação absoluta entre aquilo que a sociedade exige incessantemente de nós e a vontade de Deus. Não há como inserir o serviço a Deus em uma profissão” (ELLUL apud CARTER, 2010, p. 43). O ministério é uma vocação divina (At 1.23-26; 13.1-4).

Lemos nas Escrituras sobre o chamado de Jeremias (Jr 1.4-10). Jeremias foi um exemplo do vocacionado comprometido e fiel ao seu Senhor, tinha senso forte da sua missão e não abria mão dela, obedeceu ao Senhor e enfrentou falsos profetas, reis, governantes; confrontou seus pecados ou o pecado da nação; foi corajoso ao anunciar a destruição da cidade de Judá e a restauração da mesma (cf. Jr 2; 4; 10; 13; 25 e 29).

Apesar de muito sofrimento e perseguição (Jr 16 e 26), Jeremias continuou fiel a Deus e ao seu chamado, cumprindo com integridade a missão a ele incumbida.

Perguntamos que tipo de profissional Jeremias seria? Em nome da profissão sofreria tudo aquilo ou continuaria fiel ao Senhor? Só o vocacionado tem essa perseverança. Sem sombra de dúvida, o ministério de Jeremias sobreviveu porque foi Deus quem lhe chamou.

Outro exemplo que merece nossa atenção é o do apóstolo Paulo (At 9.15,16); sofreu (2Co 11.23-33) sem reclamar; continuou disposto a seguir em frente para cumprir a missão (At 20.22-24) e demonstrou fidelidade ao chamado.

Olhando para os exemplos supracitados, o vocacionado deve ser fiel ao cumprimento da missão incumbida a ele e ter um fortíssimo compromisso com Deus que o chamou para o ministério. Visto que o mundo pressiona os pastores com seus conceitos relativistas, até para adaptarem a pregação da Palavra com o propósito de satisfazer a vontade de alguma pessoa ou um grupo, o que Deus espera de você é a fidelidade. Ser mordomo fiel na pregação da Palavra. Falar do amor de Deus, assim como da sua justiça. O ministério pastoral não é profissão.

Piper afirma:

Nós, pastores, estamos sendo massacrados pela profissionalização do ministério pastoral. A mentalidade do profissional não é a mentalidade do profeta. Não é a mentalidade do escravo de Cristo. O profissionalismo não tem nada que ver com a essência e o cerne do ministério cristão. Quanto mais profissionais desejamos ser, mais morte espiritual deixaremos em nosso rastro. Pois não existe a versão profissional do “tornar-se como criança” (Mt 18.3); não existe compassividade profissional (Ef 4.32); não existem anseios profissionais por Deus (Sl 42.1), (PIPER, 2009, p. 15).[2]

Piper destaca o cerne do ministério pastoral, isto é, ser “servo de Cristo”, “tornar-se como criança” e podemos acrescentar, “tomar a cruz e seguir a Cristo” (Mt 16.24; Lc 9.23). Como vocacionados de Deus para servir na grande seara, os pastores, educadores cristãos e missionários são separados para serem servos como o próprio Senhor Jesus, “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.45).

  1. Como reconhecer um chamado de Deus?

Cremos que a vocação é interna e externa. Algumas definições ajudarão na compreensão desses dois aspectos da vocação divina para o ministério. Segundo Lutzer (2000, p. 14): “o chamado de Deus é uma convicção interior, dada pelo Espírito Santo e confirmada pela Palavra de Deus e pelo corpo de Cristo”.

Para Ferreira,[3]

 O chamado é uma obra interna de Deus, que chama os servos da Palavra. E embora seja interno, o chamado para o ministério inevitavelmente virá acompanhado por um testemunho externo. Ou seja, aqueles chamados para a pregação da Palavra demonstrarão dons e aptidões para o exercício do ministério. Eles são equipados pelo Espírito para pastorear, evangelizar, pregar e ensinar – e frutos visíveis serão evidenciados por conta desse chamado interno.

De acordo com Ferreira, a vocação interior deve ser acompanhada com a confirmação exterior, ou seja, evidências dos dons espirituais para pastorear, ensinar, etc. A convicção do chamado interno e confirmação externa (pela igreja, pelos dons demonstrados) é um aspecto indispensável na vida do pastor.

2.1. Vocação interna

Vocação interna é a grande convicção que emana no próprio coração da pessoa. David Fisher, após muitos anos de ministério em quase cinco congregações diferentes, diz: “vocação interior, a convicção inescapável de que fui separado por Deus para pastorear o seu povo, permanece” (FISHER, 1999, p. 84). É essa convicção que faz o ministro cristão permanecer firme mesmo em meio às lutas e crises ministeriais. Não existe nenhum ministério bem-sucedido da Palavra sem essa firmeza no chamado divino.

Nos momentos das aflições, crises, lutas, o que segura o pastor a persistir é a certeza de que foi chamado por Deus para aquela obra. O Apóstolo Paulo tinha plena certeza de que foi Deus quem o chamou e defendeu veementemente a sua vocação como sendo divina e não humana. Paulo foi um instrumento escolhido por Deus (At 9.15,16); ele foi constituído servo de Cristo e testemunha do evangelho do reino aos gentios (At 26.16, 17; 20.24; 2Tm 2.20,21; 1Co 11.1; Gl 2.20). Além de tudo, a vocação vem exclusivamente da iniciativa divina, ou seja, o próprio Deus é quem chama (At 1.23-26; 13.1-4; Gl 1.1); Para MacArthur (1998, p. 85):

O ministério pastoral é um chamado divino e inigualável, concedido a homens eleitos por Deus para serem ministros de Sua Palavra e servos de Sua igreja. Os homens chamados para este trabalho sentem-se indignos (1Tm 1.12-17) e desqualificados (2Co 3.4-6) para tarefa tão preciosa. Mas, aos separados para o ministério, aplica-se o clamor do apóstolo Paulo “Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que o poder extraordinário seja de Deus e não nosso” (2Co 4.7).

Na observação de MacArthur, percebe-se a seriedade e a responsabilidade dada por Deus ao ministério da Palavra. Ou seja, o resultado final é a Glória de Deus (Rm 11.36). Ainda Spurgeon (p. 9)[4] diz que “é-lhe imperativo que não entre no ministério enquanto não fizer profunda sondagem e prova de si próprio quanto a este ponto. Ser pastor sem vocação é como ser membro professo e batizado sem conversão”.

A vocação divina sempre vem acompanhada por um árduo desejo de fazer a obra, tal desejo deve permanecer na vida do obreiro (Jr 20.9; Am 3.8; At 4.20; 5.29; 1Co 9.16; cf. At 9.1-16; 26.16-18). Com base nessas passagens pode-se afirmar que haverá algo dentro do obreiro que o impelirá para a obra. Portanto, mesmo que a pessoa tenha uma convicção clara do seu chamado interior, é imprescindível receber confirmação externa.

 2.2. Vocação externa

Esse segundo aspecto da vocação é tão importante quanto o primeiro, pois além da convicção interna do vocacionado, a comunidade ou a igreja, seus líderes devem testemunhar da vida e dons espirituais e ministeriais (pregar, evangelizar, pastorear, etc.) demonstrado pelo vocacionado.

Conforme Calvino (1985, p. 75): “Cipriano sentenciou bem, quando afirmou provir de divina autoridade que o sacerdote seja escolhido, presente o povo, sob os olhos de todos e seja comprovado digno e idôneo pelo testemunho e critério público”. Como exemplo disso temos os casos dos sacerdotes levitas (Lv 8.4-6; Nm 20.26, 27), a escolha de Matias (At 1.15; 21-26) e dos sete diáconos (At 6.2-7).

Ainda ele assegura que essa prática bíblica de aprovação pública “é o legítimo chamado de um ministro” (CALVINO, 1985, p. 76); mesmo assim, os ministros da Palavra não recebem a sua autoridade de homem, mas de Deus. Conforme Berkhof (1990, p. 603), a escolha do povo: “é apenas uma confirmação externa da vocação interna feita pelo Senhor”, também a autoridade do pastor não vem da igreja, mas sim do próprio Deus e o ministro é responsável perante o Senhor (Mt 16.19; At 20.28; 1Co 12.28; Ef 4.11, 12; Hb 13.17).

Segundo Lutzer (2000, p. 15), a igreja como o agente confirmador deve levantar algumas questões em relação ao candidato, tais como: “É maduro? Tem dons necessários (ministeriais)? É firme na Palavra e na doutrina? Ou se desqualificou com transigências morais ou desvios doutrinários? Caráter não é o único elemento necessário, mas é ingrediente fundamental e indispensável”. Gordon Blaikie reconheceu que o chamado divino é indispensável e ofereceu seis critérios para avaliá-lo: “certeza da salvação, desejo de servir, de viver uma vida que contribua para o serviço, capacidade intelectual, aptidão física e elementos sociais” (BLAIKIE apud MACATHUR, 1998, p.127).

Por outro lado, Wesley avaliava os candidatos ao ministério em forma de interrogatório, fazia várias perguntas aos candidatos e estes deviam evidenciar certeza da salvação, convicção do chamado e fruto do trabalho (exercício dos dons ministeriais):

1) Será que você conhece a Deus como um Deus perdoador? Será que você tem amor de Deus habitando em si mesmo? Será que você deseja ver Deus e nada mais em sua vida? Será que você é santo em toda a sua conversação? 2) Será que você possui os dons para o trabalho e compreende claramente o que é o trabalho ministerial; será que sabe julgar (discernir) as coisas de Deus? Será que você tem concepção clara da salvação pela fé e claramente pode discernir como ensinar isso aos homens? 3) Será que você têm frutos (convertidos)? Há verdadeiramente alguém que foi convencido do pecado e convertido a Deus através de sua pregação? (WESLEY apud DUARTE, 2011, p. 107).

A reflexão dessas perguntas básicas sobre o ministério dá ao candidato a oportunidade de reavaliar a sua decisão e se posicionar melhor para não ser levado por um impulso momentâneo e venha a arrepender-se mais tarde. Embora o avaliador, que pode ser tanto o seminário quanto o pastor da igreja local, possa admitir que existam algumas exceções em que o vocacionado não preencha todos esses requisitos, ele sabe que Deus o tem chamado, e isso torna evidente com o tempo quando a pessoa é usada maravilhosamente e é um ministro fiel da Palavra. Porém, o caráter deve ser o centro de qualquer avaliação.

Ainda é crucial refletir na seguinte frase: “Se Deus não o chamou para o ministério de tempo integral, não tente fazê-lo; você se sentiria como um peixe fora d’água. Saber que você é divinamente chamado encerra definitivamente a questão. Não haverá nenhuma confusão quanto ao assunto” (HAGIN, p. 11).[5] No entanto, o único motivo pelo qual um obreiro deve permanecer no ministério é o chamado divino e isso deve ser enfatizado constantemente nos institutos bíblicos, seminários, faculdades teológicas. Entre outros, para que fique claro para todos os obreiros cristãos. Duarte afirma que Lutero foi o primeiro reformador a defender o conceito específico da vocação nas seguintes palavras:

A vocação não deve ser assumida levianamente, pois não é o suficiente que uma pessoa tenha conhecimento. Ela precisa estar certa de haver sido devidamente vocacionada. Aqueles que exercem o ministério sem a devida vocação almejam bom propósito, mas Deus não abençoa os seus labores. Eles podem ser bons pregadores, mas não edificam (LUTERO Apud DUARTE, 2011, p. 101).

Para o reformador Lutero não existe nenhuma possibilidade de uma pessoa seguir para o ministério da Palavra sem o reconhecimento interno e externo da sua vocação. Então, fica determinado que a prerrogativa primordial para uma pessoa entrar no ministério pastoral é a vocação divina confirmada e os dons espirituais e ministeriais evidenciados. A mesma seriedade também foi demonstrada por Calvino quando escreveu:

Para que não se introduzissem temerariamente homens inquietos e turbulentos a ensinar ou a governar, o que de outra sorte haveria de acontecer, tomou-se precaução expressamente a que alguém não assuma para si ofício público na igreja sem a devida vocação. Portanto, para que alguém seja considerado verdadeiro ministro da igreja, primeiro importa que tenha sido devidamente chamado (Hb 5.4); então, que responda ao chamado, isto é, empreenda e desempenhe as funções a si conferidas (CALVINO, 1985, p. 72).

Também Calvino admite que existam duas partes da vocação: a externa e o chamado secreto (interno). Oden também viu a necessidade da correspondência entre o chamado interno e externo, pois não existe ninguém que possa cumprir tão difícil papel de pastor corretamente se não for vocacionado e comissionado por Deus e pela igreja; também deve existir relação nítida entre o chamado interno e externo e ser estabelecido desde o princípio com muita clareza para a igreja como para o candidato (ODEN apud MACATHUR, 1998).

Na verdade, a relação entre esses dois aspectos (interno e externo) do chamado é fundamental; acima de tudo, é o que sustenta o obreiro; o que o motiva a continuar firme no ministério. Ele deve estar seguro que o obreiro está obedecendo ao chamado e a vontade divina para sua vida.

A certeza de que ele é um homem limitado, mas comissionado por um Deus ilimitado para realizar obra ilimitada que somente o poder de Deus pode manter. Criswell (apud MACATHUR, 1998) reconhece essa confiança quando ressalta que, se o obreiro tem convicção firme da sua vocação para o ministério da Palavra e se essa persuasão for inabalável, os outros fatores da vida estarão em ordem.

Conclusão

Primeiro, o ministério pastoral não é uma profissão, mas sim uma vocação Divina. A origem da vocação vem de Deus. Cabe aos homens obedecer e atender ao chamado e serem, portanto, servos e mordomos fiéis do Senhor.

Em segundo e último lugar, todo cristão que almeja o pastorado (ser pastor, educador cristão ou missionário) precisa avaliar a si mesmo a fim de certificar se realmente Deus o chamou para ministério da Palavra para não incorrer no gravíssimo erro de assumir o púlpito, sem o chamamento divino.

Portanto, oramos a Deus o dono da grande seara que chame mais homens e mulheres fiéis e comissione-os para o exercício do ministério da Palavra (Mt 9.37, 38).

Referências bibliográficas

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BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. Traduzido por Odayr Olivetti. Campinas: Luz Para o Caminho, 1990.

CARTER, James E. Ética ministerial: um guia para formação moral de líderes cristãos. Tradução de Susana Klassen. São Paulo: Vida Nova, 2010.

CALVINO, João. As institutas da religião cristã. 4 volumes. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1985.

DUARTE, Jedeias de Almeida. A Vocação Para o Serviço ou o Serviço dos vocacionados? Fides Reformata XVI, Nº2 (2011). <www.mackenzie.br_fileadmin_Mantenedora_CPAJ_Fides_Reformata_16_16artigo4>.

FERREIRA, Franklin. O chamado para o ministério da Palavra. Disponível em: <http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=238>. Acesso em: 16/12/2015.

FISHER, David. O Pastor do século 21: Uma reflexão bíblica sobre os desafios do ministério pastoral no próximo milênio. Trad. Yolanda Mirsda Kríevin. São Paulo: Editora Vida, 1999.

HAGIN, Kenneth E. Os Dons do Ministério. Tradução Rogério Lima Clavello; Maria de Lourdes Magalhães d’Almeida. Rio de Janeiro: Graça Editorial.

LUTZER, Erwin. De pastor para pastor: respostas concretas para os problemas e desafios do ministério. Tradução de José Ribeiro. São Paulo: Editora Vida, 2000.

MACARTUR, Jr. John (et. al.). Teologia Pastoral. Redescobrindo o Ministério Pastoral. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1998.

PIPER, John. Irmãos, nós não somos profissionais: Um apelo aos pastores para ter um ministério radical. São Paulo: Shedd Publicações, 2009.

SPURGEON, Charles Haddon. O chamado para o ministério. Digitalização: Levita Digital. Lançamento Digital: <www.ebooksgospel.com.br>.

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[1] O livro em PDF sem o “ano da publicação da obra”.

[2] Discutiu esse assunto em seu livro intitulado: “Irmãos, nós não somos profissionais: Um apelo aos pastores para ter um ministério radical”.

[3] Disponível em: <http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=238>. Acesso em: 16/12/2015.

[4] O livro “chamado para o ministério em PDF sem o “ano da publicação da obra”.

[5] O livro em PDF sem o “ano da publicação da obra”.

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