Dimensões éticas na espiritualidade paulina

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Introdução

Por mais panorâmico que possa ser o nosso empenho, refletir sobre dimensões éticas na espiritualidade paulina é sem dúvida um grande desafio que não se esgota; apenas reinicia-se em fomento cada vez que nos aprofundamos. A vida do apóstolo Paulo e seu encontro com o Senhor no caminho de Damasco por si só já representam farto material experiencial para uma análise ético-comportamental. Todavia procuraremos nos deter mais propriamente em alguns de seus conceitos teológicos que fundamentaram uma sadia compreensão das profundas realidades espirituais perceptíveis no referido apóstolo, no que concerne à verdadeira identidade cristã e seu responso a esta vida.

1 – A ética paulina e o arrependimento

Se nas palavras de João Batista e de Jesus percebe-se claramente a centralidade do arrependimento como mola propulsora da produção ética ─ englobando uma mudança ideológica que consiste de penitência com referência ao passado e de nova determinação para a vida futura, libertadora daquilo que é terreno, na expectativa de um mundo messiânico ─, nos escritos paulinos arrepender-se é ponto de partida para o batismo.1 A referida mudança de vida é mais profundamente avaliada pelo apóstolo e traduz-se como o fruto do estado de morte e novo nascimento em Cristo, que origina uma nova existência, referida por ele como a nova vida em Cristo, na qual ele se encontra crucificado com Cristo, e não mais vivendo sua vida por si só, mas Cristo a vive por seu intermédio (cf. Gl. 2:20-21).

Georde Eldon Ladd a descreve assim:

…a nova humanidade, já existente em Cristo, é progressivamente atualizada na igreja cristã… não é um evento que já aconteceu de uma vez por todas, pois Paulo convida para se despir do velho homem que se manifesta na conduta pagã, e para vestir-se do homem novo que é criado a semelhança de Deus (Ef. 4:22-28). A ideia subjacente é que, embora os crentes vivam no século antigo, por estarem em Cristo, eles pertencem ao novo século com sua nova criação, e devem viver uma vida expressiva da nova existência.2

Inclusa na esfera da morte e novo nascimento em Cristo, esta nova existência ética transcende o plano terreno. É o Reino experiencialmente vívido já aqui. O Messias esperado é Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e sua ética Real é agora a ética cristã.

2 – A nova vida no Espírito e a ética cristã

Quando diz “vós estáveis mortos” (Col. 2:13), Paulo reconhece a descontinuidade radical entre o novo e o antigo modelo existencial humano, mas também que o envio do Filho pelo Pai restaurou a possibilidade de o ser humano atingir outro modo de existência. E este novo existir, usufruído pelo “estar em Cristo”, é genuinamente a vida desejada por Deus para o homem desde o princípio. Esta é a vida verdadeiramente humana. E é precisamente porque Jesus foi humano, no mais amplo sentido, que ele restaurou na humanidade a possibilidade de ela se tornar ela própria, humana no mais límpido e pleno sentido. Ser humano é ser como Jesus de Nazaré o foi.3  Não se trata apenas de viver, mas consiste em reproduzir a existência ética de Cristo. Em Cristo o ser humano passa realmente a existir significativamente.

Entretanto, se para Paulo a ética não é um fruto exclusivamente ocasionado pelo arrependimento humano, então, do que se origina? Ela tem sua origem na produção do Espírito.

F. F. Bruce se refere a esse maravilhoso ministério do Espírito da seguinte forma:

Essa reprodução da imagem de Cristo na vida dos que são seus é o ministério mais próprio do Espírito, e serve de preparativo para o dia em que Cristo, a verdadeira vida deles, será manifestado e eles também “serão manifestados com ele em glória” (Cl. 3:4), trazendo de modo perfeito “a imagem do [homem] celestial” (1 Co. 15:49)4

É investimento do Espírito Santo no cidadão do reino. Ela é a mais clara manifestação de cidadania desse reino. Quando Paulo declara aos gálatas: “mas o fruto do Espírito é…” (Gl. 5:22), ele descreve, em potencial e realidade, um perfil ético-civil cristão proporcionado ao nascido em Cristo através de seu Espírito.5

Albert Schweitzer declara sobre o ser humano:

Pelo místico estar em Cristo ele toma posse de um conceito de redenção do qual a ética resulta diretamente como uma função do estado redimido. Há, neste conceito, uma fundação lógica para o paradoxo de que o homem antes da redenção era incapaz de boas obras, mas posteriormente, não somente pode como deve fazê-las, uma vez que é Cristo quem as traz nele.6

Seu pensamento assinala a consequente postura ética produzida através da redenção do ser humano. Na verdade, pela ação do Espírito Santo, o homem reproduz a vida de Cristo em seu viver diário. Assim como Jesus vivia e realizava as obras do Pai no poder do Espírito, também o cristão, pelo mesmo poder, vive e convive protagonizando seu responsável papel ético.

3 – A natureza da ética paulina

Para Paulo, a ética cristã consiste em colocar em prática a morte e o novo nascimento em Cristo. É através de sua conduta ética que esta morte e novo nascimento prosseguem no cristão.7 Os que foram batizados em Cristo Jesus foram sepultados juntamente com ele à semelhança de sua morte, para que, assim como ele ressuscitou dos mortos, possam também caminhar com ele em novidade de vida (cf. Rm. 6:4). 

Conforme diz Lucien Cerfaux:

O batismo nos uniu à morte de Cristo; participamos, pois, agora, de sua vida de ressuscitado e devemos viver, por conseguinte, uma vida nova. Nossa ação deve conformar-se com nosso “ser” cristão.8

Paulo demonstra que o viver para Deus é um seguimento consequentemente natural da morte para o pecado (cf. Rm. 7:10-11). A dinâmica desta divina obra, realizada em nós através do Espírito Santo e análoga à morte e ressurreição de Cristo, é significativamente descrita e avaliada por João Calvino assim:

Esta obra divina não se completou no momento em que teve início em nós, mas se desenvolve gradualmente, e diariamente avança um pouco mais até chegar à sua plena consolidação. Podemos sumariar este ensino de Paulo da seguinte forma: “Se porventura és cristão, então deves revelar em ti mesmo pelo menos um sinal de tua comunhão na morte de Cristo [= communionis cum morte Christi]; e o fruto disto consiste em que tua carne será crucificada juntamente com todos os desejos dela. Não deves presumir, contudo, que esta comunhão não é real só porque encontras em ti traços de carnalidade em plena atividade. Mas é forçoso que continuamente encontres também traços de crescimento em tua comunhão na morte de Cristo, até que alcances o alvo final”.9  

Ao listar as obras da carne e o fruto do Espírito o apóstolo convoca os gálatas a agirem eticamente de acordo com sua morte para a carne e sua vida para o Espírito, quando diz que os que são de Cristo Jesus já crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências, e que os que vivem no Espírito devem também andar no Espírito (cf. Gl. 5:24-25). O ser humano mortifica a carne e o pecado e nasce para a vida no Espírito.10
 
Albert Schweitzer também chama a atenção para a insuficiência simplória de uma compreensão ética sob uma forma estritamente ativa ou funcional:

A grande fraqueza da ética funcional é que ela pode sempre apenas se relatar como a ação do homem e não como aquilo que ele sofre, embora ambos devam ser levados em conta para seu pleno desenvolvimento. É apenas através do quanto o homem é purificado e libertado do mundo por aquilo que ele experimenta e suporta, que ele se torna capaz de uma ação verdadeiramente ética.11

Para o referido teólogo, é na morte e no novo nascimento em Cristo que as faces “ativa” e “passiva” desta ética se encontram em singular e harmoniosa comunhão. Pois a prática diária do “não ser como o mundo” traduz a expressão de ter sido libertado do mundo através do sofrimento e da morte com Cristo, o que, segundo ele, constitui a originalidade da ética paulina. Assim, as características essenciais da morte e novo nascimento em Cristo são formulados por Paulo de diversas maneiras, tais como a santificação; a desistência do serviço do pecado; o viver para Deus; o trazer frutos para Deus; e o servir ao Espírito.12    

4 – O amor como expressão mais alta do Espírito

A nova vida do Cristo ressuscitado produz em nós “a safra do Espírito”. Especificando o fruto do Espírito, o referido apóstolo cita em primeiro lugar o amor, seguindo-se a alegria, a paz, a paciência, a doçura e a bondade, entre outros (cf. Gl. 5:22-23), demonstrando assim sua prioridade sintética no que tange às demais virtudes.13

Esta verdade é assim exposta por George Eldon Ladd:

A mais importante motivação para a vida cristã é o amor. O amor é a lei de Cristo (Gl. 6:2). Isto quer dizer que toda conduta ética pode estar contida no princípio do amor, como Jesus ensinou (Mc. 10:30-31). O amor cumpre as exigências da Lei. O Espírito é o Espírito de amor (Rm. 15:30; Col. 1:8), que derramou o amor de Deus em nossos corações (Rm. 5:5). O fruto do Espírito não é nada mais do que um comentário sobre o primeiro fruto, mostrando como o amor atua. O mais excelente charisma que todos deveriam ambicionar é o amor (I Co. 13).14  
    
Convém lembrar que para Paulo o amor não é apenas questão de fazer, mas também de ser (cf. I Co. 13:3). Também não se trata simplesmente de uma virtude alcançada de forma automática, mas como resultado de uma vida transformada, cheia do Espírito de Deus.15 

De acordo com a teologia da espiritualidade paulina, o amor traduz-se como a maior e mais excelente dádiva divina e o mais profundo mistério derramado pelo Espírito Santo em nossos corações.16
 
A impressionante ética do amor de Paulo remonta à ética do próprio Cristo, decodificando-a à luz de um novo estado ortopráxico existencial que veio através da morte e redenção de seu Senhor.  A ética mística do amor desenvolvida pelo apóstolo é a do ser outro além do mundo, através do ter morrido e nascido de novo em Cristo e através da possessão do Espírito. A ética está conectada com a possessão do Espírito, e o amor é a maior manifestação do Eterno ao temporal.17

5 – A profundidade da ética paulina na relação entre redenção e Reino  

Muitas das questões a respeito da natureza temporal do Reino, sobre como este deve ser situado, vêm à tona nas cartas paulinas. Por vezes, Paulo fala do Reino de Deus como se ele fosse uma realidade presente, possível de ser experimentada pelos fiéis cristãos. Todavia, outras vezes, ele se refere ao Reino como se fosse uma esperança futura, algo que os fiéis cristãos ainda tinham de aguardar.18

A crença na transformação última, no escaton, é constantemente sinalizada por Paulo em seus escritos. Como descrita em 1 Cor. 15, ela aponta para uma ressurreição dos fiéis à semelhança da ressurreição de Jesus, enquanto que em 2 Cor. 5 fala de um “deixar o corpo e estar com o Senhor”, ressaltando mais a imortalidade da alma.19

Naturalmente a ressurreição de Cristo emergiu-se como sinalizadora da parusia e da ressurreição geral dos mortos. Por isto, todo pensamento orientado para a entrada dos cristãos na glória, a ocorrer por ocasião da parusia, é interpretado então a partir da ressurreição de Cristo. Sem definir temporalmente a duração do intervalo que separava os cristãos da ressurreição dos mortos, o apóstolo recomendava, antes de tudo, que aguardassem o Filho de Deus vir do céu para julgar o mundo, pois sua ressurreição era a prova de que ele estava estabelecido na dignidade de Juiz. Assim, nesta perspectiva paulina, o anúncio escatológico destinava-se aos vivos que se encontravam reservados para a parusia.20

Quando, porém, alguns cristãos de Tessalônica começam a falecer, Paulo passa a especificar em sua doutrina que os mortos ressuscitarão, pois eles pertencem a Cristo. O triunfo da parusia constará dos ressuscitados e dos vivos reservados para o grande Dia do Senhor.21 

A partir daí, os cristãos passam a ver sua realidade espiritual sob uma nova ótica, como bem descreve Lucien Cerfaux:

A ressurreição de Cristo, antes imaginada como um acontecimento escatológico, perde cada vez mais este caráter; passa a ser considerada sobretudo como o começo dos tempos novos que precedem a parusia e a ressurreição dos mortos. Os cristãos que vivem os tempos novos encontram-se colocados sob a influência espiritual do Cristo ressuscitado. É como se o desenrolar do drama escatológico houvesse sido interrompido. A força de Deus permanece ativa e orientada para o futuro, mas a preparação à parusia, obra espiritual, realiza-se no presente, transforma os cristãos e organiza a igreja. Sob a influência da força que ressuscitou o Cristo, o tempo da igreja começou.22
 
Ao contrário de algumas suposições populares de que uma ênfase excessiva em assuntos escatológicos poderia prejudicar ou alienar a consciência do cristão quanto à necessidade de um código ético forte para a vida presente,23  Paulo, mesmo vivendo a expectativa de um iminente fim do mundo, no qual todas as coisas aqui debaixo poderiam perder seu significado, percebe que poderia ser o destino do Cristianismo ter de se render à continuidade do mundo natural. Assim ele compreende que é por meio de sua atitude em relação às coisas terrenas que o Cristianismo será situado no mundo.24 

Na verdade, é possível perceber que o conjunto ético-doutrinal paulino dá instruções a respeito de como o cristão deve viver no intervalo entre a morte e a ressurreição de Cristo e sua futura parusia. Paulo deseja ensinar o cristão a caminhar entre os tempos e a apregoar fiel e responsavelmente sua redenção à sociedade em que vive.25
      
Albert Schweitzer descreve esta profunda economia paulina entre redenção e ética da seguinte forma:  

Ele prova a verdade de sua ética por sua forma de vivê-la. Semelhante em sofrimento e ação, ele se mostra um ser humano que pelo Espírito de Cristo foi purificado e levado à humanidade a mais alta. Embora repouse no mundo, ele se aventura a viver uma vida não mundana, por causa daquele que ele, no Espírito de Cristo, se tornou interiormente.26 

Portanto, o apóstolo não permite que sua expectativa escatológica venha aliená-lo de seu responso humano ético. Ao contrário, insere-se profunda e responsavelmente em sua realidade, equacionando sabiamente a importante questão relacional existente entre redenção e ética. Paulo compreende a ética cristã como uma expressão necessária à translação do mundo terreno ao superterreno, possibilitada através do místico “estar em Cristo”, pois o ser humano que passa por essa translação sob a direção do Espírito de Cristo torna-se “Ser humano mais alto” no sentido da palavra. Estatura esta proporcionada exclusivamente pelo poder do Espírito do Senhor do Reino, do qual este, o cristão, é genuíno cidadão.

Considerações finais

Nunca foi plano divino dissociar qualquer tipo de experiência espiritual da prática cristã. A verdadeira viagem rumo ao significativo e poderoso encontro com o Ser Supremo sempre foi agendada e iniciada de fato com a vivência diária.

O apóstolo Paulo, homem de visões e dons almejados por muitos de seus imitadores contemporâneos e posteriores, mesmo tendo dentro de si o fervor espiritual do reino iminente deixa-nos uma coerente diretiva de inserção à vida.  Ele ensina o cristão a viver no intervalo entre a morte e a ressurreição de Cristo e sua futura parusia, a caminhar entre os tempos apregoando um novo estilo de vida. Uma vida de cidadania responsável no Reino. Um civismo testemunhado pela nova criatura. Vida de quem não apenas se encontrou espiritualmente com Jesus Cristo em Damasco, mas de quem também encontrou um Jesus vivo e ressurreto na prática diária de indivíduos que adentraram seu Reino, iniciado no interior de seus corações e materializado em suas atitudes aqui na terra.

Referências bibliográficas:

BRUCE, F. Paulo: o apóstolo da graça, sua vida, cartas e teologia. São Paulo: Shedd, 2003.
CALVINO, J. Romanos. São Paulo: Paracletos, 1997.
CERFAUX, L. Cristo na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003.
____. O Cristão na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003
HAWTHORNE, G. – MARTIN, R. – REID, D. Dicionário de Paulo e suas cartas. São Paulo: Vida Nova/ Paulus/ Loyola, 2008.
LADD, G. Teologia do novo testamento. São Paulo: Hagnos, 2001.
MACHADO, J. O misticismo apocalíptico do apóstolo Paulo: um novo olhar nas cartas aos coríntios pela perspectiva da experiência religiosa. São Paulo: Paulus, 2009.
MURPHY-O’CONNOR, J. São Paulo e a moral dos nossos tempos. São Paulo: Paulinas, 1973.
SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003.

____________________________________
1SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, pp. 355-356.
2LADD, G. Teologia do novo testamento. São Paulo, Hagnos: 2001, p. 448.
3MURPHY-O’CONNOR, J. São Paulo e a moral dos nossos tempos. São Paulo: Paulinas, 1973. pp. 27-28.
4BRUCE, F. Paulo: o apóstolo da graça, sua vida, cartas e teologia. São Paulo: Shedd, 2003, p. 203.
5SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, pp. 356-357.
6Ibid., p. 357.
7Ibid., p. 364.
8CERFAUX, L. Cristo na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003, p. 92.
9CALVINO, J. Romanos. São Paulo: Paracletos, 1997, pp. 208-209.
10SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, p. 364.
11Ibid., p. 365.
12Ibid., p. 365
13CERFAUX, L. O Cristão na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003, p. 310.
14LADD, G. Teologia do novo testamento. São Paulo: Hagnos, 2001, p. 485.
15HAWTHORNE, G. – MARTIN, R. – REID, D. Dicionário de Paulo e suas cartas. São Paulo: Vida Nova/ Paulus/ Loyola, 2008, pp. 68-69.
16CERFAUX, L. O Cristão na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003, p. 310.
17SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, pp. 373-374.
18HAWTHORNE, G. – MARTIN, R. – REID, D.  Dicionário de Paulo e suas cartas. São Paulo: Vida Nova/ Paulus/ Loyola, 2008, p. 1054.
19
MACHADO, J. O misticismo apocalíptico do apóstolo Paulo: um novo olhar nas cartas aos coríntios pela perspectiva da experiência religiosa. São Paulo: Paulus, 2009, p.274.
20CERFAUX, L. O Cristão na teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003, p. 55-56.
21Ibid., pp. 55-56.
22Ibid., p. 56
23HAWTHORNE, G. – MARTIN, R. – REID, D. Dicionário de Paulo e suas cartas. São Paulo: Vida Nova/ Paulus/ Loyola, 2008, p. 474.
24SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, p. 399.
25HAWTHORNE, G. – MARTIN, R. – REID, D. Dicionário de Paulo e suas cartas. São Paulo: Vida Nova/ Paulus/ Loyola, 2008, p. 474.
26SCHWEITZER, A. O misticismo de Paulo, o apóstolo. São Paulo: Novo Século, 2003, p. 400.

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